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Privacidade e dados

Duas coisas diferentes: os dados do estudo (as empresas e os anúncios) e o que esta página faz com você, que está lendo.

Quem visita a página

A página não tem formulário e não pede cadastro. A gente não sabe o seu nome, o seu e-mail nem o seu telefone.

O Google Analytics conta as visitas: quantas pessoas abriram o estudo, até onde rolaram, quanto tempo ficaram e se clicaram no WhatsApp. É assim que a gente sabe se o estudo está sendo lido.

O Microsoft Clarity mostra como a página é usada: onde as pessoas clicam, até onde rolam e por onde o mouse passa. A página não tem campo pra digitar, então não tem o que ele gravar de texto seu.

Quando você entra, aparece uma faixa perguntando sobre cookies. Se você clica em Aceitar, a página usa cookies do Google, da Meta e da Microsoft pra medir a visita e pra mostrar anúncio da Stage Mídia pra quem já passou por aqui, no Google, no Facebook e no Instagram. Com o aceite, o servidor da Stage Mídia também avisa a Meta quando alguém clica no WhatsApp ou lê boa parte do estudo, e esse aviso leva o endereço IP e os dados do navegador, que é o que a Meta usa pra ligar a visita a um anúncio.

Se você clica em Só o necessário, nenhum cookie do Google, da Meta ou da Microsoft é gravado e nada vai pra Meta. O Google e o Clarity só fazem uma contagem da visita sem cookie, que não reconhece você numa próxima vez.

Dá pra mudar a escolha quando quiser: no rodapé da página do estudo tem o link Cookies, que abre a faixa de novo. A escolha fica guardada no seu próprio navegador, não com a gente.

Alguns links que a gente manda pras empresas trazem um ref no endereço, tipo ?ref=nome-da-empresa. Ele diz qual empresa recebeu o convite pra ver o estudo e vai junto nas contagens do Google e, com o aceite, pra Meta. Ele não identifica a pessoa que abriu.

A hospedagem (Vercel) registra o acesso como qualquer servidor faz, pra manter o site no ar. As fontes do texto vêm do Google Fonts, então o Google recebe o pedido da fonte. Se você clica no WhatsApp, a conversa segue as regras do WhatsApp.

Os dados do estudo